Dia Internacional da Síndrome de Down tem comemorações em Ubatuba

A data é celebrada no dia 21 de março e terá dança, café da manhã e roda de conversa com pacientes e familiares
O Dia Internacional da Síndrome de Down é no dia 21 de março (Foto: Divulgação)

O Dia Internacional da Síndrome de ADown, comemorado no dia 21 de março, terá comemorações especiais na cidade de Ubatuba. Para celebrar a data, a Unidade de Reabilitação (Unir) de Ubatuba e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) preparam uma programação com diversas atividades, nesta terça-feira.

A Unir promove, na sede da entidade, um café da manhã com pacientes, ex-pacientes e pais, além de receber os alunos da Apae, a partir das 9h. O evento também vai contar com uma roda de conversa mediada pelos profissionais técnicos da instituição nas áreas de fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia com o tema “mitos e verdades obre a síndrome de down”.

A Apae também vai realizar uma ação em comemoração à data. A partir das 14h, os alunos do período da tarde farão uma apresentação de dança circular. Atualmente, a entidade atende 150 alunos.

“Sabemos que existem muitos mitos sobre as pessoas que têm síndrome de down. Na verdade, eles são pessoas normais, cada um com seu caráter e personalidade. Como todo ser humano, o comportamento depende de como ele será estimulado”, explicou a fisioterapeuta da Unir, Leovigilda César.

Ela ainda acrescentou que o Ministério da Saúde preconiza que o estilo de vida das pessoas com down seja saudável, incentivando a prática de atividades esportivas, por exemplo. Essas práticas contribuem para uma qualidade de vida maior dos que possuem a síndrome, pois naturalmente existe uma tendência ao desenvolvimento de algumas doenças, como problemas cardíacos (mais comumente referentes a má formações cardiovasculares) e alterações endócrinas, como o hipotireoidismo.

“Queremos estimular a vivência dos pacientes, com o apoio da família. O objetivo é empoderá-los cada vez mais, a fim de que levem uma vida normal e autônoma, participando das atividades culturais, esportivas e de formação que o município oferece”, afirmou a fisioterapeuta.

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