No Dia Mundial do Pinguim, os cuidados para preservação da espécie

Eles costumam nadar em grupos, ocasião que podem ficar fracos, debilitados e necessitando de cuidados

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Data reforça a necessidade de preservar os pinguins (Foto: Divulgação)

Hoje é Dia Mundial do Pinguim! Nas fotos, vemos pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus), que são monitorados pelo Instituto Argonauta e vivem na Sabina Escola Parque do Conhecimento, localizada em Santo André, na região do Grande ABC de São Paulo.

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É uma espécie que possui dois períodos de vida distintos. Um deles é a época reprodutiva nos meses de setembro a março, em que se formam casais monogâmicos. A fêmea coloca um ou dois ovos em ninhos construídos em tocas ou aos pés das árvores, que são chocados entre 38 e 40 dias. O casal divide o cuidado parental como a incubação e os primeiros cuidados com os filhotes por aproximadamente 2 a 3 meses.

O outro período é a época não reprodutiva, entre os meses de abril e setembro, quando os pinguins passam a maior parte do tempo na água, migrando em direção ao Sudeste brasileiro em busca de alimentos.

No período não reprodutivo, as aves saem em busca de alimento se aventurando por distâncias mais longas, podendo chegar ao nosso litoral sudeste, buscando peixes, lulas e pequenos crustáceos.

Normalmente, nadam em grupos de 20 ou mais indivíduos. É nesta ocasião que eles são encontrados, muitas vezes fracos, debilitados e necessitando de cuidados. Estes animais são encaminhados a Centros de Reabilitação de Animais Marinhos, como o Instituto Argonauta e após estabilizados são devolvidos para a natureza.

Alguns que não podem ser soltos são encaminhados para instituições como os zoológicos e Aquários que possam utilizá-los como forma de educação ambiental e pesquisa para melhor conhecimento da espécie.

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