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A alimentação de nossos pequenos mascotes representa um dos principais cuidados para o bem-estar deles. Há mais de 20 anos que a pesquisa veterinária, aliada à força da indústria pet, iniciou o desenvolvimento de alimentos variados no intuito de atender diferentes necessidades e conveniências de cães e gatos.

Hoje em dia, podemos contar com extensa variedade de rações, com diferentes sabores, mas que também atendem necessidades nutricionais e até médicas, específicas para determinadas patologias.

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Só para citar alguns exemplos, a indústria disponibiliza alimentos específicos para cães e gatos que possuam cardiopatias, hepatopatias, obesidade, afecções específicas ou inespecíficas de pele, sistema digestivo sensível e por aí afora.

Animais castrados também merecem atenção nutricional especial, uma vez que tendem a desenvolver obesidade e, no caso dos felinos, problemas do trato urinário.

A utilização de rações de boa qualidade na alimentação, trouxe praticidade e benefícios nutricionais e terapêuticos para nossos animais. Porém, há que se ter atenção no momento da escolha, pois existem produtos de variadas qualidades e que nem sempre redundam em benefícios almejados.

O uso de sobras de comida é uma prática totalmente condenável, uma vez que tem grande chance de causar a curto, médio e longo prazo, transtornos variados a nível de aparelho digestivo.

É possível também se optar por alimentos mais naturais, industrializados ou caseiros que preconizam uso de matéria prima in natura, incluindo vegetais, legumes e verduras.

A desvantagem desse tipo de alimento está no fato de demandar tempo para sua preparação, ou são de validade mais curta, porém, o resultado final pode ser bem interessante, uma vez que não contém aditivos químicos e conservantes. Mas atenção: não estamos falando de sobras de comida e sim de preparações específicas e até mesmo balanceadas.

Seja ração ou alimentação caseira, é imprescindível que seja fornecida em horários, vasilhas e quantidades adequadas, levando-se em conta a idade, a raça e o porte do seu pet. Um filhote em fase de crescimento deverá receber alimento de 3 a 5 x dia, em volume proporcional àquele período de vida.

Já um cão adulto jamais deverá ser alimentado somente uma vez ao dia, sob pena de ficar susceptível, ao longo dos anos, a apresentar a “Síndrome Torção Gástrica”, com 100% de mortalidade se não tratada com urgência máxima por um(a) profissional Médico(a) Veterinário(a) com habilitação cirúrgica (prometo falar exclusivamente desta síndrome em outra oportunidade).

Todas estas orientações tratadas aqui de forma resumida, podem (deverão) ser abordadas por um (a) profissional de sua confiança. O(a) Médico(a) Veterinário(a) estará sempre pronto(a) para lhe ajudar na melhor conduta possível para que seu companheiro(a) de estimação esteja sempre bem amparado e, tanto quanto possível, livre de quaisquer problemas de saúde.

Espero que possam aproveitar estas informações, resumidas, porém abrangentes e que isso se reverta em saúde para seu cão ou gato.

Um grande abraço e até a próxima.

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