Morador denuncia outro ato de vandalismo com bikes compartilhadas em Ilhabela

Em caso que viralizou nas redes sociais, duas bicicletas foram encontradas dentro do mar

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Bike vandalizada ontem (Foto: Douglas Garcia Fraga/ Arquivo Pessoal)

Por Fernanda Veiga

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Em operação há 10 dias em Ilhabela, o sistema de bicicletas compartilhadas vem sendo alvo de vandalismo. Dessa vez, uma bike foi encontrada com rodas amassadas e partes quebradas, na Barra Velha, nesta quarta-feira (30). Pelo menos 10 unidades do sistema já foram destruídas.

O morador de Ilhabela Douglas Garcia Fraga, de 23 anos, registrou o caso e fez a denúncia ao site Nova Imprensa. Ele é varredor de rua e encontrou a bike durante o trabalho. A denúncia foi feita na polícia, que está utilizando o sistema de câmeras para localizar os responsáveis.

Por nota, a empresa Yellow, responsável pelo serviço, informou que está em contato com as autoridades locais e trabalha para localização das bicicletas. As unidades disponibilizadas ao público são equipadas com chip de GPS instalado em diferentes partes e, quando existe tentativa de mover a bicicleta depois de travada, um alarme apita.

O veículo foi montado de forma que seus componentes não podem ser reaproveitados em outras bicicletas.

As denúncias podem ser feitas pelos próprios usuários, tanto pelo aplicativo quanto pela polícia.

Bicicletas lançadas ao mar no último domingo (Foto: Divulgação)
Bikes ao mar
 No último domingo (27), duas bicicletas foram encontradas jogadas no mar e outras duas vandalizadas na areia, também na Barra Velha. O registro foi feito por uma funcionária da operadora e viralizou nas redes sociais.

Sistema

O sistema de bicicletas compartilhadas Yellow passou a operar em Ilhabela no dia 21 de janeiro. O modelo já funciona em outras cidades, como São Paulo, e tem o custo de R$ 1 para cada 15 minutos de uso. Na inauguração do serviço, a prefeitura também estudava a operação de patinetes motorizados.

As bicicletas são distribuídas pelo método dockless pela cidade, em locais variados como parques e áreas próximas de ciclovias, em um trecho que compreende a balsa até a Praia do Viana. Sem um local fixo para devolução, os usuários podem deixar as bicicletas em qualquer ponto dentro da área de cobertura que indica o aplicativo, onde outras pessoas podem utilizar ou os funcionários da empresa fazem o remanejamento delas.

Foram implantadas 150 bicicletas nessa fase experimental, com alvará de 20 dias e possibilidade de ser prorrogado ou podendo haver um chamamento para outras empresas. A previsão é de que o serviço opere até o final da temporada de verão.

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