Profissionais esclarecem casos de malária e meningite ao público em Ilhabela

Equipes da secretaria de Saúde estarão na Câmara Municipal nesta terça-feira (27)
A malária é causada por picada de mosquito infectado (Foto: Divulgação)

O vereador de Ilhabela, Anisio Oliveira (DEM), convocou a equipe da Secretaria de Saúde e os responsáveis pelo Hospital Municipal Governador Mário Covas Jr. para explicar a população os supostos casos de meningite e malária diagnosticados na cidade. Os profissionais também devem falar sobre a forma de tratamento, como se prevenir e apresentar toda documentação sobre os casos, nesta terça-feira (27), na Câmara Municipal de Ilhabela, na Vila, a partir das 18h. 

Qualquer dúvida pertinente ao assunto poderá ser enviada ao gabinete do vereador através do email: vereadoranisio@camarailhabela.sp.gov.br ou pelos telefones (12) 3896-9610 e (12) 99759-6070 (Whatsapp). 

Casos

A Prefeitura de Ilhabela confirmou o segundo caso positivo de malária na cidade no último dia 20 de novembro. O paciente é um menino de 1 ano e 2 meses, morador no bairro Perequê, e está internado no Hospital Mario Covas. O primeiro caso aconteceu no bairro do Reino com um menino de 4 anos e foi confirmada dois dias antes.

As vítimas contraíram a forma menos grave da doença, transmitida através do parasita protozoário Plasmodium vivax e, segundo informações da secretaria de Saúde, passam bem. 

O último caso havia sido em 2013 em Ilhabela e em todo o Litoral Norte foram 9 casos em 2018.

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. De acordo com o Ministério da Saúde, a cura é possível, mas se a doença não for tratada desde o início, pode evoluir para forma grave e até causar a morte. 

Os sintomas mais comuns da malária são febre alta, dor de cabeça, calafrios e tremores. Em casos mais graves, o paciente pode chegar a sentir náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. Não existe vacina contra a doença. 

Prevenção

A secretaria de Saúde recomenda o uso de repelentes, principalmente das 18h em diante, uma vez que o mosquito Anopheles vive em locais de mata fechada com água corrente e tem hábito noturno. Outros mosquitos não transmitem a doença.

A melhor maneira para evitar a propagação da doença é eliminar focos de reprodução do mosquito, evitando água parada, e passar repelentes de insetos no corpo. 



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