Mais de 73% acha a demora dos ônibus pior problema em Ilhabela

Pesquisa de mobilidade urbana aponta principais reclamações sobre o sistema viário da cidade
Pesquisa analisa questões de mobilidade em Ilhabela (Foto: Divulgação)

A pesquisa sobre mobilidade urbana, realizada para revisão do Plano Diretor de Ilhabela, aponta que 73,2% da população acha que a lentidão do transporte coletivo é o pior problema no sistema viário da cidade, atualmente. A espera nos pontos de ônibus foi elencada na frente de problemas, como o congestionamento de veículos, com 55,3% das reclamações, as más condições dos ônibus, com 40%, e os atropelamentos, com 5,3%.

O estudo foi realizado no final de 2015 e analisa a quantidade da população que usa o transporte público, a qualidade do atendimento da empresa responsável, a viabilidade do uso da bicicleta e as condições das vias públicas, entre outras questões de mobilidade. 

A pesquisa mostra que 30,7% dos moradores do arquipélago utilizam os veículos coletivos, pois não possuem carro ou bicicleta. Sobre as condições das calçadas, 49% considera as vias "muito ruins, com muitos degraus, sem pavimento, e com muitos buracos". Ninguém acredita que as calçadas estão em consições muito boas. 0% dos entrevistados escolheu a opção "muito boas, bem pavimentada e com acessibilidade adequada". Outro ponto de destaque é o controle do tráfego nas áreas centrais do município. O estudo mostra que cerca de 52% da população quer a criação de um sistema de restrição na circulação de carros. 

A empresa responsável pela operação do transporte público em Ilhabela desde 2012 é a Expresso Fênix Viação, de propriedade do deputado estadual Edmir Chedid (DEM). A parceria com a prefeitura foi implementada após a companhia ter vencido uma licitação pública de menor preço e ter passado por processos judiciais, que denunciavam fraudes na contratação. 

Hoje, a tarifa da passagem em Ilhabela é uma das menores do Estado para quem usa o  cartão de integração o valor é de R$ 2,75 e de R$ 1 nos feriados e domingos. Para que não tem o “bilhete único”, a taxa é de R$ 3,75.

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